Wilson Sons reduz em 12% as emissões de gases de efeito estufa | Grupo Wilson Sons 
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22/8/2019 - Wilson Sons reduz em 12% as emissões de gases de efeito estufa

O Grupo Wilson Sons registrou uma redução de 12% nas emissões de dióxido de carbono equivalente (CO2eq) em suas operações, de acordo com o inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE) da companhia, relativo ao ano de 2018.

O levantamento segue a metodologia do programa brasileiro GHG Protocol e mede as emissões provenientes, principalmente, da queima de combustíveis fósseis e do consumo de energia elétrica em todas as unidades da Wilson Sons. Em 2018, as empresas do grupo emitiram um total 54 mil toneladas de CO2eq, contra 62 mil toneladas registradas no ano anterior.

“A prática contínua de quantificar as emissões da companhia tem sido fundamental para identificar os pontos potenciais de redução e realizar as melhorias necessárias, aumentando a eficiência nos nossos processos”, explica o gerente de Saúde, Meio Ambiente, Segurança e Sustentabilidade da Wilson Sons, João David Santos.

Esta é a sexta vez que a Wilson Sons integra o Programa GHG Protocol. Neste ciclo, 141 empresas participaram. A Wilson Sonsé qualificada como Selo Prata no programa, certificação concedida aos membros que reportam as emissões de todas as suas fontes.

Dentre as ações realizadas pelo grupo destaca-se a aquisição de guindastes elétricos pelos terminais portuários, com baixa emissão de gases quando comparados aos equipamentos a diesel. A Wilson Sons também obteve maior eficiência na operação com navios devido à aplicação de práticas para a gestão otimizada da movimentação de contêineres e equipamentos em seus terminais.

Outra iniciativa importante foi a incorporação de novas tecnologias nos rebocadores, que ganharam sistemas de propulsão mais avançados, com menor consumo de energia. De acordo com Santos, parte da redução das emissões reflete também o cenário econômico ainda bastante desafiador no Brasil, principalmente, no mercado de óleo e gás offshore.


Fonte: Tecnologística